Então o bebé é um bebé muito giro, tipo, giro, tipo, até já o tinha dito antes – é tão giro, mas tão giro, que é daqueles seres etéreos que conseguem ficar bem com umas calças de ganga conjugadas com um blusão de ganga (e exactamente do mesmo tom, atenção).
E diz-me coisas assim um bocado maravilhásticas (oh não acredito que usei esta palavra!, vamos fazer de conta que não), tipo és inacreditável, o que é um perigo, porque eu fico em alerta máximo com tipos fofinhos que dizem merdas timidamente (ainda por cima). É um misto de preguiça e medo, não me apetece enfrentar estas coisas que enervam e dão trabalho, tiram horas de sono, deixam-nos dependentes e com o ego mais que exposto e depois, (que caralho, nem quero pensar) depois há todo um rol de desilusões e corações definhados que é inevitável não é? É impossível correr sempre tudo bem, vou-me chatear, de certeza que me vou chatear, se calhar até chorar e sentir uma facadinha ou outra e ciúmes e essas coisas (nãaaaaaaaaaaaaao!).
Mas bom, é prosseguir, não é? Neste momento a tensão (ups, que ia sendo) está ao nível do duo Mulder/ Scully e eu tenho para mim que isto até vai correr bem.
(se eu não espatifar isto tudo, façam figas)


