quarta-feira, maio 14

stand by

Continuo com uma sensação desgraçada de que deveria fazer qualquer coisa de bem anormal na minha vida para lhe dar uma volta. As ideias não param de circular na minha cabeça, mas eu vou arrumando tudo como se estivesse a jogar um tetris esquizofrénico. Se eu efectivar as ideias altamente parvas que me vão surgindo, podem daí advir graves preocupações e angústias que chacinam o meu precioso tempo de sono. Por outro lado, o não cumprimento das minhas vontades podem-me matar aos poucos, correndo o risco de olhar para trás um dia e constatar amargamente que a minha vida foi uma grande merdinha. Das duas uma: ou começo a aprender as regras da bolsa e do mercado de acções porque o dinheiro não traz a felicidade pura e ingénua que existe numa fantástica sessão de riso ao por-do-sol, mas traz a felicidade imediata e fútil na compra de um magnifico par de sapatos. Ou deixo-me da preguiça, dos medos vários e da desculpite de falta de tempo e empenho-me à procura do por-do-sol perfeito e das gargalhadas incontroláveis sem pudor.

Fantástico seria viver o que me passa pela cabeça com uns sapatos de sonho. (excepto no desejo de alugar um aquaparque com água tépida para dar uma festa de arromba)

2 comentários:

>> nim disse...

http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/23510

nhahahhaha

misskitsch disse...

Sei o que isso é. Posso até dizer que estou nessa fase, com a agravante de estar com um sono estupidamente perturbado!

O segredo (se é que há) é o dificil equilibrio das duas posições... Ainda não atingi, confesso, mas desejo-te a maior das sortes! ;)