sexta-feira, maio 2

é um gremlin a cantar em mandarim

No post anterior avivei a memória de vários factos que julgava arquivados.
Um deles tem a ver com crianças.
Eu tenho estofo, jeitinho e amor e vou dar uma mãe fantástica quando for grande. (modéstia para que te quero?)

E porque é que eu gosto tanto de crianças? (perguntam vocês, caros leitores)

Porque são as únicas criaturas que põem a cheque a sua natureza - serão humanas ou desenhos animados?

7 comentários:

>> nim disse...

fez-me lembrar a anabela em 1993...

http://www.youtube.com/watch?v=12Ctf-CDeVU

basta imaginar 'a cidade até ser dia' em mandarim. eu sei que é puxadote, mas tu consegues.

beijo :)

Celeste disse...

Tadita da criança! :D

São humanos, e dos mais honestos que há, olarilas!

>> nim disse...

ok, ganhaste. o senhor cummings nunca foi muito convencional, mas conseguir vê-lo ali exige muito do meu cérebro limitado. ou então uma noite com o jorge palma.

e agora podia abordar mil e um assuntos mundanos e de senso comum que nos fariam voltar à realidade, mas a verdade é que eu e a twilight zone damo-nos muito bem. portanto venham daí essas lady-oh-my-doguices que tanto me agradam.

beijo

Anónimo disse...

Atención!
Vê-las a cantar no iutúbi é uma coisa, aturá-las todos os dias é outra. Além disso, não nascem já com esse tamanho e a cantar assim; até atingir essa fase "desenho animado" parecem-se com ratos pelados que não controlam o esfíncter nem as goelas. Só mais tarde vêm a adquirir este aspecto característico de gremlin cantante.
Por isso, e este é um conselho de amigo, não te fies na modéstia nem no instinto maternal...

>> nim disse...

a madame quer kitsch boulevardismos... kitsch boulevardismos terá.

neste fim-de-semana prolongado, no meio de conversas completamente absurdas tive algumas ideias para posts, mas a prioridade é o relato da faina. está para breve.

beijo

Mak, o Mau disse...

Bah e eu a pensar q era a Maddie...

medusasss disse...

A única certeza que eu tenho neste momento é que não me importo nada de ficar para tia. Filhos meus? Não me parece!
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