quarta-feira, julho 9

THE END

Depois de pensar cerca de 3 minutos, coisa que me deixou verdadeiramente extenuada, tomei uma decisão – é hora de partir deste mundo. Claro que, em principio e se tudo correr bem, vou persistir na minha existência real. Por motivos de ordem técnico-emocional, não poderei continuar a vir aqui deixar a minha laracha. A verdade verdadinha é que cresci nestas últimas semanas, outros 24 anos, o que me confere uma idade mental de 48. E quem é que faz parte da blogosfera com essa idade? Políticos, gente da cultura, vendedores frustrados da Herbal Life e demais opinion makers. De maneiras que é isso – that’s all folks!
Podem-me deslinkar das vossas vidas, façam de conta que nada se passou por aqui e que tudo não passou de uma alucinação colectiva.
Dentro de uns dias vou fechar isto só para contemplação pessoal, visto que me faltam tomates para clicar no “Eliminar Blog”. E também devido à muita profunda instabilidade emocional e incapacidade na tomada de decisões, pois nunca se sabe quando terei de reabrir para dissertar sobre o estado do mundo.

E pronto, deixem-me beijinhos se faz favor! (e votos de boa sorte, abraços e coisas próprias de despedidas comoventes)

quinta-feira, julho 3

não prometo um post em breve


(Ninguém morreu. Só eu, um bocadinho)
A única coisa maravilhosa em tempos de crise, é que somos abençoados com uma visão incomum.
O que nos permite um lúcido rastreio das pessoas com quem podemos e queremos contar para sempre.
Apetece-me tratá-las como a Elmyra Duff fazia aos seus mais-que-tudo.

quarta-feira, julho 2

não é um casamento mas é quase

Hoje, depois de um período em que tive a certeza de que mais tarde ou mais cedo teria de vestir uma armadura anti-choque, rebenta a bolha actimel. Não vale a pena ter armaduras anti-choque (nem beber iogurtes com bichinhos). Mesmo tendo uma data e uma hora marcada para a oficialização da mudança-choque apanha-se um sopapo na mesma.
Para quem não faz a mínima ideia do que estou a falar, o que acontece é que a minha vida nunca mais vai ser a mesma. Hoje, fecho os olhos com muita força, torço o nariz, tremem-me as pernas, dou um murro na mesa e digo (cheia de medo mas com toda a certeza do que quero) “I Do”.