Ora viva pessoas,
Cá estou, mais um dia bonito, por aqui não chove nem nada, está frio mas aquecedores existem, o meu verniz novo é lindo (risqué azul hortênsia) e recebi um e-mail da Super Bock a dar conta do Superblog Awards. Não sei o que é o prémio mas sinceramente, espero que tenham a bondade de oferecer ao vencedor oito Super Bocks por dia durante um ano, isso sim era ter visão e estimular a vidinha dos bloggers que, como sabem, são pessoas que têm o cu quadrado e a vida social resumida numa caixa de comentários, excepto eu, claro, que sou aquela tipa sempre porreira para ir para os copos (beber Super Bock).
Acho que me vou inscrever, porque o que o que mais gosto na vida é de Super Bock e mesmo o meu vídeo preferido do youtube é o do cromo da Super Bock e se ganhasse o concurso da Super Bock ia-me sentir para todo o sempre na obrigação de fazer uma campanha anti-sagres e até começava já a inventar mitos urbanos credíveis tipo “olha lá, já ouviste dizer que anda por aí um gang que chega ao pé de uma pessoa e pergunta “queres morrer, ser violada ou sorrir para sempre?” e quando a pessoa responde “sorrir para sempre” rasgam-te a boca com uma garrafa de cerveja sagres e é horrível”. E isto é só uma amostra do que poderia fazer a favor da venda de Super Bocks.
Número de vezes em que a Super Bock foi mencionada neste pequeno post? Oito.
O exacto número de cervejas diárias que preciso para entrar definitivamente nesse alegre mundo do alcoolismo, que tanto me atrai.
(percebi agora no fim disto tudo que o prémio são 1000 euros – se ganhar, comprometo-me desde já a estourar esse montante em Super Bocks (e vão nove!) numa festa onde reunirei o meu eleitorado, leitores e simpatizantes em geral e onde também estarei, devidamente não-identificada – ou não, mas só e só se arranjar um fato de garrafa Super Bock (dez! ding-ding-ding!!) que me assente muito bem.)