quinta-feira, setembro 19

era


Vou no nível 76 do Candy Crush Saga (não quero escárnios sobre esta informação).
O meu amigo deve ir no nível 600.
Tivemos a seguinte conversa:

Eu – Adoro quando faço duas peças às risquinhas e depois faço-as bater uma na outra. Resolve quase sempre todos os meus problemas. Bem, não todos os meus problemas, mas pelo menos os mais importantes.

Ele – Sim, isso é fixe. E também combinar uma dessas às riscas com aquela outra...

Eu – AQUELA BRIGADEIRO COM PURPURINAS!!! Eu já consegui isso várias vezes, foi incrível!

Ele – Oh. Eu uma vez consegui fazer DUAS dessas bolas coloridas e consegui fazer com que uma batesse na outra...

Eu – (dou um salto no sofá, voou a taça de amendoins...) AH! E o que é que aconteceu?!

Ele – Olha, primeiro, as luzes da minha sala desligaram-se automaticamente...

-.-

literatura de condomínio - contribuição da joana (obrigada!)

"Por motivos da nossa segurança para estes factos", aqui deixo este precioso alerta salva-vidas.





sexta-feira, setembro 6

literatura de condomínio

a primeira da minha colecção privada (jacto de tinta e marcador florescente s/ papel 210 x 297 cm), registada por telemóvel com uma câmara fotográfica de 0,00000023 mega pixeis


quarta-feira, setembro 4

a minha colecção

Se há coisa pela qual nutro a maior simpatia é pela literatura de condomínio.
Tenho o grande desejo de um dia viver dos rendimentos, fruto de investimentos até agora inexistentes ou de mecenas que me adorem - e quando os meus pais sabiam o meu NIB de cor? que memória tão doce...
Pudesse eu não cumprir horários e andava à cata desta forma de expressão tão subvalorizada.
Embora as limitações de tempo tenho coleccionado alguns registos desta arte efémera.
Neste exemplo particular, não resisti ao acrescento de ilustrações que auxiliassem a mensagem.


Caso passem por manifestações desta categoria, peço-vos o grande favor de enviarem para ladyohmydog@gmail.com para engrossar a colecção que também partilharei convosco.

no restaurante

Eu e o Lord temos o péssimo hábito de esturrar todo o nosso pouco dinheiro em restaurantes.
É mais forte do que nós. Tenho um álbum de fotografias chamado "SOFRER" cujo plano é sempre o mesmo: um gajo impaciente à espera que alguém lhe ponha um prato de comida à frente.
Eu adoro comer fora de portas porque dá-me a impressão de ser mais rica, gosto de experimentar pratos e sitíos diferentes e no fim levam-me a passear pelas ruas.
Há, contudo, duas coisas que eram de evitar e que se repetem sempre que há oportunidade para que tal aconteça.

Situação #1 - O empregado pergunta: "Vão desejar sobremesesa?"

O Lord endireita a coluna como se desejasse este momento desde sempre, aclara a voz e responde:
"Vamos desejar. Mas não vamos pedir."

Os empregados viram-se de imediato para mim com os olhinhos a suplicar "o que é que este atrasado mental quis dizer com isto?" vendo-me obrigada a esclarecer "não, obrigada" enquanto penso nas milhares de sobremesas que deixo de consumir à força destes ensaios para peça "A Lady vai ficar magrinha".

Situação #2 - Um grupo de pessoas canta os parabéns. Chega a parte "para o menino/a gsvdfjywgeiajd, uma salvaaa de palmaaassss!!" clap clap clap

Mesmo estando na outra ponta da sala o homem intervém:

"TENHA TUDO DE BOM, DO QUE A VIDA CONTÉM..."

Tenho uma vida cada vez mais especial.