domingo, maio 2
quarta-feira, abril 28
direito de resposta
só te queria dizer isto, um bravo e desejar uma santa noite.obrigada por animares portugal.
é o unico blog q vou acompanhando n tenho paciência p virtualidades e tenho dificuldade em perceber se és ou não a maria rueff.
como nunca falaste do bruno nogueira nem de bebés calculo q não sejas, por isso maria deixaste de ser p mim a mulher mais cómica de portugal.
és tu lady.
é p quando o programa de televisão?
Caro (a) leitor (a),
Só para começar sou muito mais alta e boazona que a Maria Rueff, o que exclui, à partida, qualquer hipótese de ser a Maria Rueff.
É verdade que nunca falei do Bruno Nogueira, mas isso dos bebés é mentira. Os bebés, na minha óptica, são pequenos dispositivos de produzir excrementos. Coisas que a Dodot inventa para singrar no mundo comercial.
Quanto à viabilidade da minha participação num programa de televisão (em horário nobre) - propus à TVI a instalação de câmaras no meu apartamento, para um Big Brother Lady oh my Dog!. Também sugeri a instalação de um jacuzzi na sala e cocaína no confessionário. Disseram-me que o mais que podiam fazer era instalarem uma coluna de hidromassagem (até ao valor de 450 euros) no polibã e no confessionário só garantiam Sumol de Ananás. E se é assim não quero.
Mas vamos aguardando.
Beijinhos.
terça-feira, abril 27
nancy part two
Casa, Canalização, Empreiteiro, Obras, Pedreiros, Plantas.
Mas porque é que eu não fiz este simples exercício mental quando saí de casa hoje de manhã?
segunda-feira, abril 26
triiim
- Estou em Paredes de Coura!! Mas não há cá festival nenhum! EH EH EH EH!
-_-‘
- Certo, pai. É só em Agosto.
- Pronto, filhota. Vou passar à mãe.
- ESTOU??! FILHA??
- Mãe, não é por estares mais longe que tens de falar mais alto…
- AH OK! ESTÁ AQUI CALOR! VOU BEBER UMA ÁGUA DAS PEDRAS COM LIMÃO!
- Certo, mãe…
- BEIJINHOOOOS!!
Alguém me sabe informar se é possível estar em Paredes de Coura sem consumir estupefacientes?
sábado, abril 24
sos
quinta-feira, abril 22
bu
quarta-feira, abril 21
wtf
terça-feira, abril 20
gisela
Gisela cresceu, Gisela aprendeu a viver com os três dedos tortos da mão direita (andava a gatinhar pela casa quando resolveu apalpar a tomada da electricidade e deu no que deu), Gisela sobreviveu àquele episódio no verão. Aquele episódio no verão conta-se rápido: Gisela não sabia nadar, estava ao pé do rio em cima de uma rocha de quatro metros em relação à água e o tio que era doente mental derivado à consanguinidade de duas gerações anteriores, achou graça, naquelas circunstâncias, em dar um safanão a Gisela. 750 ml de água bebida e inalada e Gisela had survived. Eu teria oferecido à Gisela uma t-shirt “I Survived my Uncle”.
Um dia, já a Gisela tinha 17 anos, estava a almoçar em família, quando o seu pai achou que não era tarde nem era cedo. Era já ali. Tombou em câmara lenta para o colo de Gisela e nunca mais deu mostras de estar vivo.
Grande cena, muita confusão, andaram ali uns meses a achar que se calhar era demasiado horroroso para ser verdade. Foi então que a mãe de Gisela achou que também não era tarde nem era cedo e enquanto chegava e não chegava a factura da funerária, foi-se. Que eu saiba não houve nenhum desconto especial. Toda a gente assume que o leve dois pague um só funciona no mundo dos iogurtes.
Entretanto um Natal muito triste e uma Páscoa ainda pior. O irmão mais velho de Gisela finou alcoólico aos 33 anos (deixando viúva a macumbeira Celeste, com dois filhos pequenos, que by the way, morreriam os dois na mesma semana, 33 anos depois – não se deve abusar do cavalo – deixando de vez sozinha a macumbeira Celeste).
Gisela foi morar com uns tios ricos, porcos e maus e apesar de ter uma Esmeralda para lhe aquecer a água a todas as horas e não lhe faltarem as natas frescas no café da manhã, Gisela apressou o seu casamento (o seu bom casamento) com um rapaz muito lindo e tão boa pessoa que lhe aturou o alcoolismo por três anos. Depois ninguém aguentava mais aquilo. Gisela foi para o sanatório. Gisela saiu de lá como nova e fez logo duas filhas. Uma delas morreu nas primeiras horas. A outra é a minha mãe.
